Frase do mês – Julho 2016

A frase do mês de Julho pertence ao livro “Amor em quarto crescente” da Sherrilyn Kenyon, uma autora que gosto muito de ler mas que infelizmente só é lançado um livro por ano.

E no seu regresso, SK conta-nos a história de Fang do clã de lobos Katagaria e de Aimee do clã de ursos Peltier.

Para quem costuma acompanhar a serie sabe que existem os predadores da noite, os predadores do homem e dos sonhos. Honestamente as  histórias dos predadores do homem não são as que mais gosto, mas isto está tão interligado e com tanta personagem que eu já nado muitas vezes à nora. Mas isso não me impediu de apreciar este livro em que, curiosamente e obrigada Sherri, os protagonistas não passam 80% do seu tempo na cama. Aliás a parte do romance proibido foi boa e o casal é engraçado e terno. Não foi um livro extraordinário mas bom de ler e bom para matar saudades de muitos dos personagens que são a chave essencial desta saga.
E é de uma dessas personagens a que pertence a frase que vos trago hoje. Por norma estamos habituados à versão mais engraçada dela e à sua vontade de comer qualquer coisa com molho barbecue. Sim, falo da Simi que todos os fãs de SK  adoram. Eu gostei muito desta frase. Acho-a muito certa e sem dúvida que os laços familiares vão muito para lá do sangue. Há aquelas pessoas que nos tocam no coração e que também os consideramos família. E certo modo tão ou mais especiais, porque somos nós que os escolhemos.

 

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Frase do mês – Abril 2016

Hoje trago uma frase do livro Sangue do Coração de Julliet Marillier. Foi a primeira leitura do mês e de longe a melhor. Nem poderia ser de outro modo, Julliet Marillier é uma das minhas autoras preferidas. Conta histórias que me conseguem prender desde a primeira página, que me consegue fazer transportar para outro lugar enquanto leio. E esta história, como não poderia ser teve seres mágicos e misteriosos, um ambiente medieval cativante e um romance terno e bonito.
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Attack on Manga (update)

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E depois disto, aqui está um pequeno resumo do desafio Attack on Mangá criado pela RLeite.

Janeiro – Tema livre. 
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Após ficar orfã  Himari Momochi herda uma casa no meio de nada. Apesar dos avisos ela decide ir morar para a casa que dizem estar assombrada. Lá conhece Aoi, Yukari and Ise que moram na casa que é uma espécie de fronteira entre o mundo humano e o mundo dos espiritos.

Escolhi este livro ao acaso, talvez por gostar imenso das capas. O primeiro volume não me convenceu por completo mas no seguinte já comecei a achar a história mais interessante e engraçada.

Classificação geral dos três volumes que li. 3*

 

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of Momochi House

(abrir imagens para ver maior)

Fevereiro – Ler um shoujo 

 Crayon Days foi altamente viciante para mim. Assim que comecei não consegui parar até 16181109acabar os 4 volumes. É giro e divertido. Shima Ichinose adora pintar e por isso entra para uma escola de arte. Lá conhece Kaji Akatsuki um aluno da escola que também um artista brilhante, mas reservado. Devido a uma partida das amigas, Shima acaba por se aproximar de Kaji e embora passem metade do tempo a implicar um com o outro acabam por se apaixonar. É muito divertido.

Classificação: 4*

Imagens de Crayon days

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E é tudo por hoje. 🙂

Eleanor e Park [Opinião]

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Eleanor e Park seria um livro que me teria passado completamente ao lado se não fosse uma promoção feita pela editora a propósito do dia dos namorados. E se eu não tivesse aproveitado a promoção, para além de não ter uma capinha personalizada com o meu nome e do meu namorado, estaria a perder um livro muito bom. É giro demais. Daquelas pérolas inesperadas que estão sempre a fazer-nos sorrir, que nos impedem de fechar um livro e que pensamos ‘’ para isto ser mais doce só faltava ter aqui uma taça de gelado’’.

Park é um miúdo meio coreano, anda na escola secundária, com amigos mas ainda assim tem um aspeto meio esquisito. Eleanor é a aluna nova, de cabelo Ruivo rebelde, usa roupas de homem, com excesso de peso, a vítima perfeita para os miúdos populares da escola. E ainda assim, estes dois inadaptados sentam-se todos os dias lado a lado no autocarro, até que algo mágico acontece e ambos acabam por se apaixonar. Delicioso, subtil, divertido. Adorei estes dois. Que par tão incrível. Apesar das diferenças, apesar da aparências e até das dúvidas ambos estão ali um para o outro, Park a fazê-la sorrir quando Eleanor está mais em baixo, ela a acha-lo tão giro a ponto de querer comer-lhe a cara de tão fofo que ele é.  São mesmo engraçados.

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De referir que a acção do livro decorre em 1986 e é interessante esta viagem ao passado, às referências daquele tempo, de como eram as coisas naquela altura, foi mesmo muito bom. No meio de tanto livro onde as histórias decorrem em tempos atuais ou livros históricos este foi uma lufada de ar fresco e tendo eu nascido nos anos oitenta e crescendo a ouvir relatos foi muito fácil gostar do livro de perceber como as coisas decorriam na altura, as dificuldades.

E obviamente que me identifiquei com os walkman, com os problemas de não ter pilhas, das cassetes virgens da Maxwell, e passar horas a gravar e regrava-las. Ainda apanhei esse tempo, sou old school. 🙂

Mas nem tudo é bonito e perfeito no livro. Há também a vertente emotiva que também é bastante tocante. Eleanor para além do bullying escolar vive ainda com dificuldades. Numa casa com um ambiente violento e opressivo, Eleanor foi posta fora de casa pelo padrasto, quando volta tem de partilhar o quarto com os quatro irmãos, tem de tomar banho apressadamente quando o padrasto não está em casa e inclusive ela não tem uma escova de dentes. É perturbador e comovente a vida de Eleanor, mas depois há Park, disposto a fazer tudo por ela.

O único senão deste livro…o final. Acabei de ler e pensei: ‘’então isto acaba assim? Mas que m**** (eu fico muito revoltada quando o final não é o que espero. Fico muito zangada e muitas asneiras à mistura). Eu simplesmente quero mais, quero saber se as duas palavras que Eleanor escreveu no postal foram as que pensei. Eu quero mais Eleanor e  Park.

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Quer a primeira imagem que usei para os teasers quer as seguintes, foram encontradas na net, feitas por fãs pelo que percebi. Achei tão giras que tive as as colocar.

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Frase do mês [Fevereiro]

Estou de volta com mais uma frase.
Confesso que este mês foi complicado selecionar uma frase para colocar aqui. Não por ter muitas, de facto as três frases selecionadas pertencem todas ao mesmo livro, à mesma cena e ao mesmo personagem. E mesmo assim, ao contrário da frase de Janeiro que nem teve concorrente possível, estive indecisa entre elas. E se a frase de Janeiro me tocou pelo romantismo esta foi pela sua piada. Uma cena muito engraçada que me fez ir às lágrimas de tanto rir. Lida assim solta, sem um contexto, pode não parecer nada de especial para quem não leu o livro, mas eu também não encontrei nenhuma melhor nas restantes leituras.

Portanto a frase de Fevereiro pertence ao livro “O Rei” de J.R. Ward. É referente a uma cena em que este personagem que eu adoro, o Lassiter, está todo aperalto para um casamento, creio que com um penteado à Elvis que conseguiu realizar graças a gel, ganchos, Internet e ao número de Dezembro da revista Cosmo.
Ei-la:

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Frase do mês – Janeiro

A ideia é a seguinte: todos os mês selecionar uma frase que tenha gostado de ler num livro.
Creio que isto acontece com a maioria dos leitores, pelo menos acontece comigo, que é ler uma frase num livro que nos diverte, nos emociona ou nos toca particularmente e gostamos de a apontar num bloco de notas. (Antigamente escrevia-as atrás do marcador que estivesse a usar).
Como eu gosto muito de mexer em programas de edição de fotos, montagens, colagens etc, ultimamente tenho feito uns teasers de alguns livros que tenho lido e tenho alguns espalhados no blog no meio das opiniões. Só que agora, para além de as colocar nas opiniões que virei a escrever, vou selecionar a melhor frase lida. Vamos ver se consigo colocar todos os meses uma imagem com uma frase. Selecionada como a melhor de Janeiro temos uma frase do livro “A filha do Sangue” da Anne Bishop. O personagem é o Daemon Sati por quem fiquei apaixonadíssima. É um daqueles personagens que nos dão volta ao miolo e nos deixam a babar. Esta frase em particular deixa-me arrepiada.

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