As raparigas esquecidas – Sara Blaedel

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                                               3.5

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Em primeiro lugar quero agradecer à Vera do Sinfonia dos livros por me ter emprestado este livro.

Os Thrillers e Policiais não são o meu género favorito,mas como nos meus géneros favoritos os temas andam batidos, resolvi ler algo diferente.

A história deste livro decorre numa floresta na Dinamarca, onde o corpo de uma mulher é descoberto. A agente da policia Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas fica encarregue de identificar a mulher cuja metade do rosto se encontra desfigurada. Após dias sem conseguir descobrir a misteriosa mulher, decide divulgar a fotografia afim de conseguir que alguém a reconheça. É deste modo que fica a saber que a mulher encontrada é Lisemette, uma das raparigas esquecidas de Eliselund, uma antiga instituição estatal para doentes mentais e que supostamente teria morrido muitos anos antes.

Ao mesmo tempo da investigação sobre o que aconteceu no passado em Eliselund e do estranho caso, na mesma floresta onde Lisemette foi encontrada vários crimes contra mulheres são cometidos.

Mesmo não sendo leitora assídua deste género literário, eu acho que os policiais/Thrillers nórdicos são “frios”. Há uma certa crueldade verdadeira no modo como os autores de lá escrevem. Nada de aligeirar detalhes, nada de fazer com que as cenas pareçam saídas de hollywood. E se  no passado isso me causava alguma estranheza, neste caso foi realmente o que gostei no livro. Isso e o facto de se centrar mesmo na investigação em vez de se dispersar muito na vida dos personagens. Óbvio que gosto de conhecer as personagens, mas há casos em que a trama central é posta um pouco de parte. Aqui houve sempre um ritmo constante, sem quebras, sem lacunas, sempre seguindo o seu rumo.

A autora conseguiu despertar-me muita curiosidade em saber a história de Lismette e o que aconteceu na instituição. É cruel como as pessoas da instituição eram descartadas e esquecidas pelas próprias famílias por terem uma deficiência. Tudo em torno de Elisemund  é cruel e o modo como o que aconteceu lá e o que acontece na floresta se liga é hediondo, arrepiante.  Gostei dos detalhes da investigação, o modo como cada descoberta servia para adensar o mistério sem o tornar maçador ou confuso ou sem que se conseguisse desvendar logo o final. Certo que chegou a um ponto em que era fácil descobrir quem atacava as mulheres na floresta, mas o modo como a autora interligou os casos, desde o inicio ao fim foi muito muito bem elaborado. Ah e é angustiante. É angustiante pensar que existem mesmo coisas destas a acontecer e pessoas  a viver situações horríveis como esta, crimes a serem encobertos, pessoas desaparecidas que não se sabe se estão vivas e em que condições.

Não chegou a 4* , isso era pedirem-me demais né, mas é um bom livro e gostei de o ler. Se calhar teria dado 4 estrelas se eu soubesse como raio devo ler os nomes Dinamarqueses. Serio…como raio pronuncio Gørlev? Ou Hvalsø? Skjoldenæsholm. Conseguiram ler? Pois eu também não, passei o tempo a inventar. Gorlev, Havenalso, Skojenoln…

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Attack on Manga (update)

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E depois disto, aqui está um pequeno resumo do desafio Attack on Mangá criado pela RLeite.

Janeiro – Tema livre. 
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Após ficar orfã  Himari Momochi herda uma casa no meio de nada. Apesar dos avisos ela decide ir morar para a casa que dizem estar assombrada. Lá conhece Aoi, Yukari and Ise que moram na casa que é uma espécie de fronteira entre o mundo humano e o mundo dos espiritos.

Escolhi este livro ao acaso, talvez por gostar imenso das capas. O primeiro volume não me convenceu por completo mas no seguinte já comecei a achar a história mais interessante e engraçada.

Classificação geral dos três volumes que li. 3*

 

 Imagens the Demon Prince

of Momochi House

(abrir imagens para ver maior)

Fevereiro – Ler um shoujo 

 Crayon Days foi altamente viciante para mim. Assim que comecei não consegui parar até 16181109acabar os 4 volumes. É giro e divertido. Shima Ichinose adora pintar e por isso entra para uma escola de arte. Lá conhece Kaji Akatsuki um aluno da escola que também um artista brilhante, mas reservado. Devido a uma partida das amigas, Shima acaba por se aproximar de Kaji e embora passem metade do tempo a implicar um com o outro acabam por se apaixonar. É muito divertido.

Classificação: 4*

Imagens de Crayon days

(abrir para ver maior)

E é tudo por hoje. 🙂

Tentadora ao cair da noite – Emma Wildes

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Leitura conjunta com o Readings Sunshine e cuja autora veio da minha (infeliz) ideia. Quando comecei a ler este livro e cheguei à página 40 e tal e ainda não tinha lido nada que não se passasse na cama, pensei mesmo em arrumá-lo e ir ler outra coisa. Mas a Vera Neves do Sinfonia dos Livros disse que o livro melhorava ao longo da história.

Melhorou mas pouco. Não achei as personagens interessantes e quando eu não acho as personagens interessantes não há nada a fazer. Além disso o romance ou os encontros entre os protagonistas podia ter sido melhor desenvolvido, é sempre tudo apressado. Teria gostado se tivesse havido mais sedução entre o casal, mais subtileza. Eles praticamente dormiam juntos pouco falavam e depois apaixonam-se?? meh… Gostei do facto dela ser mais velha que ele e de se preocupar com isso, deu um toque mais interessante ao livro. O que também gostei foi que houvesse um outro casal pelo meio. As cenas entre Jonas (irmão do protagonista) e Olivia foram divertidas e gostei mais deles do que de Julius e Sophie, o casal de protagonistas. Se não tivesse esta história a par com a principal o livro tinha sido uma seca. -_-

Resumo de leituras [ Maio]

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Resumo de leituras de Maio? fraco, fraco.
Os desafios de uma dama foi o primeiro livro lido no mês. Conta a história de Merrick, um libertino que devido a uma aposta se vê numa situação comprometedora com Lady Alixe. Ao serem apanhados pelo pai dela, em vez de se casarem como é habitual nos livros históricos, Merrick tem de tornar Alixe na estrela de Londres e arranjar-lhe um marido. Isto porque Merrick para além da fama é o segundo filho de um duque, ou seja, não é digno de se casar com a moça. Mas como é óbvio eles apaixonam-se, mas a relação deles é proibida.
Ambos lutam contra as adversidades e quando tudo parece ir pelo bom caminho, Alixe é raptada pelo homem com quem é suposto casar e Merrick fica gravemente ferido após tentar salvá-la.
Foi uma leitura razoável, deu para entreter. Agradável sem ser extraordinária ou surpreendente.

Seguiu-se O brilho das estrelas (troquei a ordem na imagem :p )

O livro começou bem e com um factor que eu gosto muito: tem o Alasca como cenário.
Uma jornalista vai para lá com o objectivo de entrevistar um escritor famoso que quer manter-se no anonimato. N entanto, quando o encontra não é bem recebida. Para além de meio brusco ele também é casmurro e é engraçado as picardias entre os dois. Esta é a parte boa. Depois de ela voltar para a cidade e de ambos se separarem a coisa deixou de me prender. Outra coisa: apaixonaram-se em dois dias e já é uma tragédia grega estarem separados. Pois bem, não sei se já disse mas creio que sim, esta coisa de se apaixonarem à velocidade da luz a mim não me convence. Sim, sim, o livro é pequeno, mas não interessa. Foi fraco e ponto.

Highlander o desejo de um escocês. Livro a contar para o desafio dos temas. tinha de ler no mês de Maio o último livro a chegar à estante.

Bom bom. Tal como no primeiro livro da serie, Maya banks conseguiu criar uma história cativante e emocionante.

Genevieve viveu durante um ano fechada numa fortaleza, sujeita aos caprichos do laird. Após ser libertada do seu cativeiro quando o clã Montgomery se apodera da fortaleza, Genevieve deseja seguir caminho para um convento, mas conhecer Bower vêm mudar o seu destino.
Ele é bonito, gentil e sensual, ela foi maltratada durante um ano e há muito que perdeu a confiança nos homens. Mas pouco a pouco o seu espírito vai revivendo, sentimentos vão surgindo e a esperança volta a florescer.

Mas um rumor sobre Genevieve põe em risco a relação entre os dois, uma relação que ainda está a florescer.

Foi bonito. Não tanto quanto o primeiro livro, ainda assim emocionante, com um toque de humor e uma história bonita.

Kamissama Kiss a primeira experiência com uma paixão recém descoberta: os mangás e os animes.
Li seis volumes online, a história é sobre uma rapariga normal, estudante e que após ser abandonada pelo pai e ficar sem casa, encontra um desconhecido na rua que lhe oferece um sitio para ficar.
Este desconhecido é o Deus da Terra que com um beijo lhe transmite o seu poder.

É fofo e engraçado. Até agora ao volume seis a Nanami está a aprender a usar os seus poderes como Deus da Terra, com a ajuda de uma raposa resmungona que tem como função a ajudar e proteger. Óbvio que eles estão apaixonados, óbvio que o Tomoe não admite…e é óbvio que quando estou a dizer raposa não é raposa, raposa animal. É um homem. Com orelhas e cauda.

E foi isto as leituras.

O melhor: Highlander

O pior: O brilho das estrelas

Agora fui…antes que o meu portátil faça blue screen outra vez.

Beijinhos para quem estiver a ler e este mês não vai haver a frase do mês.

Resumo de Leituras [Abril]

So many things I like, so many things to do…

Cada vez venho mais atrasada com os resumos. Mas não há tempo a perder. Desculpem lá desta vez vai ser a “correr”.

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Primeiro livro que li no mês de Abril foi o Eleanor & Park cuja opinião podem ver aqui.

Segundo livro Quatro da gaja que tem o mesmo nome que eu e que devia ter estado quieta a publicar o livro. Todas as minhas amigas do Facebook adoraram o livro e eu tinha grandes expectativas. Foi uma seca. Não achei nem interessante, nem emocionante. Foi uma perda de tempo, até porque o livro não conta nada que não se soubesse. Um detalhe ou outro mas era escusado. Só não digo que comprar o livro foi uma perda de dinheiro porque veio da Fnac com uma tshirt de oferta e ofertas são sempre giras.

Noites Perversas fala sobre Anjos e demónios. E se há quem saiba escrever uma boa história sobre o tema é a Gena Showalter. Tem um toque obscuro, é sensual, divertido e com acção. Os dois protagonistas são óptimos, a trama foi interessante e o final surpreendente. Foi uma boa leitura, sem dúvida.

Romance com o duque, se eu tivesse mais tempo e mais disposição, tentava escrever uma coisinha mais elaborada. Como não tenho nenhuma das duas digo que foi muito lindo. Sério é um mimo. Vejamos… ela é uma Lady que está na miséria. É divertida e romântica. Ele é um duque resmungão com um passado complicado e um presente ainda mais complicado. Quando estes dois se cruzam, as coisas não parecem ir pelo bom caminho, mas passo a passo ambos acabam por cair de amores um pelo outro.
Para além de ter uma história bonita é muito divertido. Não há personagem que não nos encante e é mesmo difícil não ficar rendida a este casal.

Os desafios de uma dama também foi surpreendentemente giro. Merrik é um libertino, Alixe uma jovem dama e após uma situação comprometedora, ele tem de a ajudar a se tornar a estrela de Londres e ajudá-la a encontrar um marido. Normalmente neste tipo de livros eles ficam logo prometidos um ao outro, mas Merrik vive uma vida escandalosa e nem sequer tem um título portanto não serve para casar com Alixe.

Este ponto que acabei de descrever pareceu-me um bocado cruel na verdade. O modo como o pai de Alixe e todos lhe diziam como ele não prestava para ela. Obviamente que eles se apaixonam e ele muda o seu estilo de vida para poder ficar com ela. Foi bonito. O romance é proibido, ela tem de se casar com outro, lutas, há um mau, etc…

Serio…desculpem lá o post. Está uma porcaria mas não estou nada inspirada, mas era escrevê-lo agora ou não o escrever.

O melhor e pior do mês:

Melhor: Romance com o duque
Pior: Quatro.

Quanto a desafios, fazendo um update, não está nada famoso. Para o desafio harlequin li dois livros, nada mau. O challenge do Goodreads diz que estou 7 livros atrasada e o desafio mensal, aquele por temas…bem…esqueci-me completamente dele. Big Fail. Tinha de ler um livro começado pela inicial do meu nome. Bolas, bolas…

E é o fim…

Beijinhos e fiquem bem. 🙂

Eleanor e Park [Opinião]

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Eleanor e Park seria um livro que me teria passado completamente ao lado se não fosse uma promoção feita pela editora a propósito do dia dos namorados. E se eu não tivesse aproveitado a promoção, para além de não ter uma capinha personalizada com o meu nome e do meu namorado, estaria a perder um livro muito bom. É giro demais. Daquelas pérolas inesperadas que estão sempre a fazer-nos sorrir, que nos impedem de fechar um livro e que pensamos ‘’ para isto ser mais doce só faltava ter aqui uma taça de gelado’’.

Park é um miúdo meio coreano, anda na escola secundária, com amigos mas ainda assim tem um aspeto meio esquisito. Eleanor é a aluna nova, de cabelo Ruivo rebelde, usa roupas de homem, com excesso de peso, a vítima perfeita para os miúdos populares da escola. E ainda assim, estes dois inadaptados sentam-se todos os dias lado a lado no autocarro, até que algo mágico acontece e ambos acabam por se apaixonar. Delicioso, subtil, divertido. Adorei estes dois. Que par tão incrível. Apesar das diferenças, apesar da aparências e até das dúvidas ambos estão ali um para o outro, Park a fazê-la sorrir quando Eleanor está mais em baixo, ela a acha-lo tão giro a ponto de querer comer-lhe a cara de tão fofo que ele é.  São mesmo engraçados.

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De referir que a acção do livro decorre em 1986 e é interessante esta viagem ao passado, às referências daquele tempo, de como eram as coisas naquela altura, foi mesmo muito bom. No meio de tanto livro onde as histórias decorrem em tempos atuais ou livros históricos este foi uma lufada de ar fresco e tendo eu nascido nos anos oitenta e crescendo a ouvir relatos foi muito fácil gostar do livro de perceber como as coisas decorriam na altura, as dificuldades.

E obviamente que me identifiquei com os walkman, com os problemas de não ter pilhas, das cassetes virgens da Maxwell, e passar horas a gravar e regrava-las. Ainda apanhei esse tempo, sou old school. 🙂

Mas nem tudo é bonito e perfeito no livro. Há também a vertente emotiva que também é bastante tocante. Eleanor para além do bullying escolar vive ainda com dificuldades. Numa casa com um ambiente violento e opressivo, Eleanor foi posta fora de casa pelo padrasto, quando volta tem de partilhar o quarto com os quatro irmãos, tem de tomar banho apressadamente quando o padrasto não está em casa e inclusive ela não tem uma escova de dentes. É perturbador e comovente a vida de Eleanor, mas depois há Park, disposto a fazer tudo por ela.

O único senão deste livro…o final. Acabei de ler e pensei: ‘’então isto acaba assim? Mas que m**** (eu fico muito revoltada quando o final não é o que espero. Fico muito zangada e muitas asneiras à mistura). Eu simplesmente quero mais, quero saber se as duas palavras que Eleanor escreveu no postal foram as que pensei. Eu quero mais Eleanor e  Park.

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Quer a primeira imagem que usei para os teasers quer as seguintes, foram encontradas na net, feitas por fãs pelo que percebi. Achei tão giras que tive as as colocar.

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Resumo de leituras [Março]

Março não correu muito bem a nível de leituras.  Livros pouco entusiasmantes, uma mão queimada e outras coisas para fazer isto junto à falta de vontade de pegar nos livros, fez com que fosse um mês para esquecer.

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Comecei o mês com um livro Harlequin, Coração Letal da Ann Lethbridge. Gostei muito do livro anterior que tinha lido da autora e por isso peguei neste assim que o comprei. Foi engraçado, clãs das terras altas rivais, um romance proibido, o casal acabou por ter de fugir ao ser apanhado numa operação de contrabando e acabaram por casar para que a reputação dela não ficasse arruinada. Engraçado que quando há contrabando nos livros eu numa me lembro do que era…talvez fosse whiskey :/
O livro foi giro mas nada emocionante. A miúda é um bocado tonta, tão obstinada que se torna irritante.

Seguiu-se Shiver, um amor impossível de Maggie Stiefvater. Conta a história de Grace, uma rapariga que em criança foi atacada por lobos mas que sente um grande fascínio por eles, mais concretamente por um lobo, Sam, que na realidade é um lobisomem.  Todos os anos pelo tempo quente Sam volta a tornar-se humano, mas devido a sucessivos ataques à alcateia Sam transforma-se durante o Inverno e é uma luta constante para não se transformar em lobo. Isto porque ele e Grance estão apaixonados. Ah…e aqui há a questão creepy…ela apaixonou-se por um lobo. não sei bem o que dizer sobre isto.

O meu problema com o livro nem foi os lobisomens, o facto de estarem a lutar contra a transformação iminente e definitiva do Sam, foram as personalidades estóicas das personagens. Nem sei se estou a utilizar o adjectivo correto para as descrever. Estão a ver a Bella do Twilight? É quase isso. Muito passiva, parca a demonstrar emoções, foi -me impossível sentir empatia com os personagens. Não é um mau livro, mas estes livros de adolescentes introspectivo e meio deprimidos não é muito a minha cena. (Fartei-me de mim própria na adolescência). Demorei duas semanas a ler este livro.

Terceiro livro do mês Cidades de Papel de John Green. Compprei o livro por impulso, nunca me chamou particularmente à atenção mas não sei porquê, comprei-o. Gostei. Uma leitura leve, divertida com alguns momentos de reflexão. Um grupo de amigos adolescentes parte numa aventura para descobrir o paradeiro de Margot, a rapariga mais popular da escola que de repente desaparece sem deixar rasto, mas deixando algumas pistas pelo caminho. Quentin, seu amigo de infância e que está secretamente apaixonado por ela está determinado em encontrá-la e tudo faz para o conseguir.
Não teve um final feliz, mas também não foi um final triste e trágico. Deu-me a sensação de que foi duas pessoas acima de tudo reencontrarem-se elas próprias. A conhecerem-se a elas próprias. Foi agradável ler o livro, o grupo de amigos é divertido e Margot afinal não é o tipo de pessoa que aparenta ser. foi interessante.

E por último terminei o Casado até Quarta de Catherine Bybee que tinha começado a ler em Agosto do ano passado  e andava meio esquecido dentro do saco da praia.
Ele é um conde rico e charmoso que procura uma esposa durante um ano, só para poder receber a herança que o pai lhe deixou. Acaba por contratar a empresa matrimonial de Samantha para o ajudar mas ambos acabam atraídos um pelo outro, acabam por casar, apaixonarem-se, ter filhos e terem um final “e foram felizes para sempre”. Meh…

Portanto…melhor e pior do mês:

O melhor  – Cidades de Papel
O pior – Casado até quarta

E foi isto…a ver se Abril me corre melhor. (também tinha dito isto no resumo de Fevereiro). tenho de escolher bons livros que estão na estante. Julia Quinn, Veronica Roth, nora Roberts, Lara Adrian… autoras que veja que vá gostar.
Se vocês quiserem também me podem deixar sugestões ou podem dizer-me como foram as vossas leituras. Foram boas ou assim fracotas como as minhas?

Resumo de leituras – Janeiro

Com o Fevereiro já a correr a todo o gás, está mais que na hora de fazer um apanhado das leituras  de Janeiro. De escolher o melhor e o pior livro e de ver como correu em termos de desafio.
Então, aqui vou eu.Janeiro1

O primeiro livro que terminei este ano transitou de 2014 e foi A filha do Sangue de Anne Bishop. Um mundo fantástico, obscuro, um tanto quanto esquisito, mas com os personagens mais deliciosos que já tive a oportunidade de ler. Fico completamente rendida a este leque de personagens. São absolutamente maravilhosos e eu tenho de voltar a pegar na trilogia antes que comece a desesperar.

Segundo livro lido foi  A maldição do tigre. Peguei neste livro devido ao desafio mensal a que me propus e cujo o tema de Janeiro era escolher um livro cuja capa gostasse muito. Pois bem, sempre adorei esta capa e estava na altura de ler o livro. Conta a estória de Kelsey que vai trabalhar para o circo e que fica encarregue de cuidar de um tigre, chamado Ren. O que ela não sabe é que Ren, por quem sente grande afinidade é na verdade um rapaz amaldiçoado e juntos embarcam numa aventura pela Índia para tentar quebrar a maldição. Gostei deste livro, principalmente das descrições sobre a Índia. No entanto quando as aventuras começam é uma verdadeira correria, templos misteriosos, criaturas perigosas…quase parece filmes do Indiana Jones. Achei um bocadinho excessivo neste aspeto, mas no geral foi um livro que gostei de ler.

Terceiro livro Wicked lovely Amores rebeldes de Melissa Marr. Um livro sobre fadas que não me criou absolutamente sentimento nenhum. Lê-se mas por vezes é aborrecido. Conta a estória de Aislinn, uma rapariga que toda a vida conseguiu ver fadas e teve medo delas. O que ela não sabe é que ela é a rainha do Verão e que o rei das fadas fará tudo para salvar a sua corte, incluindo persegui-la por todo o lado até ela assumir o trono. Não gostei das personagens, exceto Seth, o namorado de Aislinn. É o único personagem com alguma substância.

Livro número 4, em e-book. Olhos de vidro da autora Portuguesa Carina Rosa. A estória de Amanda, uma atriz de teatro com uma carreira promissora, mas cuja realidade se mistura com os papeis que desempenha ao ponto de na sua loucura já não saber quem ela própria é. É  perturbador e tocante, no entanto o problema desta estória é mesmo o facto de ser um conto. Gostei  da escrita da Carina, a estória original, cria emoção… mas pequenina, ficou a saber a pouco.

Livro número 5 também em e-book e em Inglês Naughty and Nice. São quatro contos eróticos, de quatro escritoras diferentes. As estórias dos 4 contos têm a mesma premissa. Uma festa de Natal de uma empresa, uma mulher e um homem que mal se conhecem mas sentem-se atraídos um pelo outro, falam um bocadinho e depois sobem para o quarto do hotel e fazem sexo. Nada que seja original, nada de novo, os contos são quase iguais exceto os personagens. Não é nada demais.

Sexto livro (sim, este mês estava lançada) Ventos da Paixão de Sara Mallory, um histórico publicado pela Harlequin. Lady Evelina Wylder, acabada de casar, fica subitamente viúva. Mas o marido Nick, afinal não está morto e tudo não passa de um esquema de uma investigação de contrabando. Não me lembro de quê…acho que era algo que era suposto ser chá mas que não era, sinceramente já não me lembro desse detalhe.. e durante o livro ela tenta ajudar o marido a descobrir quem é o  mau da fita enquanto tenta voltar a confiar no homem que ama mas que a enganou, deixando-a pensar que estava morto. Gostei razoavelmente, não é marcante e inesquecível (como já se percebeu), mas é girinho. Embora também não tenha sido os melhores que já li dentro do género.

Sétimo livro, Entre o Agora e o Sempre de J.A. Redmerski. O primeiro livro foi completamente excitante e comovente, este foi uma desilusão, só palha, nada de novo, nada de verdadeiramente emocionante. Creio que o rumo da estória foi forçado e que a autora devia ter ficado apenas pelo primeiro livro, eles tinham tido o filho e um happy ending. Eles realmente tiveram esse fim, mas antes fui bombardeada de palha, de “dejá vu´s”, uma replica do primeiro livro mas sem causar o impacto que o anterior tinha criado. E com um epilogo completamente despropositado.

Oitavo e último livro de Janeiro Wicked Lovely Tatuagem. Sim resolvi ler este logo de seguida, mesmo o primeiro não tendo sido nada de especial. E li-o porque a sô dona Raquel Leite disse que este era melhor. Foi razoavelmente melhor…tipo um niquinho de nada. Leslie cuja vida é assombrada pelo medo desde que foi violada, decide fazer uma tatuagem pois acha que a vai fazer mudar. Definitivamente muda porque o desenho que escolhe fá-la ficar ligada ao rei da corte das Trevas Irial que a usa para alimentar a sua corte. Passo a explicar a corte alimenta-se de emoções humanas. Parece muito interessante, mas foi mais palha. A Leslie, devido à sua estória de vida deveria ser uma personagem com mais substância, mais consistência mas não causa empatia. Gostava que ela tivesse lutado contra o Irial e tivesse ficado com o Niall, ou pelo menos houve um triângulo amoroso ou qualquer coisa que desse interesse ao livro, mas não.aconteceu.nada. E quando ela vai lá para a corte das trevas há humanos a ser mortos e ela não se lembra de nada…e nós também não ficamos a saber porque a autora não desenvolve as coisas. E foi isto. não estou como nenhuma esperança de ler os outros dois livros da saga que tenho para ler.

Oito livros num mês não foi mau, mesmo nada mau. Mesmo dois deles sendo e-book e um deles um conto considero que foi um bom mês. Para o desafio mensal conta o “A maldição do livro” que como já disse tinha a capa que mais gostava, consegui ler dois e-book e um harlequin.

O melhor e o pior do mês é muito fácil de escolher:

O melhor – A filha do Sangue.
O pior – Naughty and nice (não foi assim that nice)
Este foi o resumo das minhas leituras, a ver como o Fevereiro me vai correr neste âmbito. 🙂

Top 5 leituras de 2014 (Os piores)

E estou de volta com o top 5 dos piores livros que li em 2014. Aqueles que foram  uma verdadeira perda de tempo. Aqueles que me fizeram bocejar, desesperar ou…

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Portanto vamos a isto!!!!

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Desculpa, mas vou chamar-te amor – Federico Moccia

1509866_682855295091231_955703687_nEste livro foi lido, como se costuma dizer, na diagonal. E porquê? Não simpatizei nada com os personagens. Era tudo demasiado espalhafatoso. Demasiado…Italiano. Eu não tenho nada contra os Italianos, atenção, mas é muito alarido. Não tive paciência para ler o livro portanto vi o filme só para saber o que acontecia no fim.

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A vida por um fio – Janet Evanovich

10624570_813749092001850_83855310441629794_nEu gosto da Janet. Os primeiros livros dela que gostei deles, incluindo os livros aqui da Stephanie Plum. E ainda estive indecisa entre este livro e o O Golpe que também não o achei nada de especial.

Escolhi este para porque como gostei dos outros livros que li, este não gostei tanto. É suposto ser um policial, ter mistério e afins mas…há o fator que metade das vezes me irrita que é: parvalheira a mais. Humor a mais. Tanto humor que chega a ser irritante e perde a piada. Torna-se parvo e para parva já basto eu.

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A noiva prometida – Bapsi Sidhwa

1620441_661980803845347_1189546827_nEste livro chamou-me à atenção pela capa. Li a sinopse e pareceu-me interessante, tanto que o trouxe da biblioteca cá para casa. Meh…nada a dizer. Ficou aquém das expectativas.

numero-imagen-animada-0177Lavínia – Ursula K. Le Guin

1512660_655010187875742_830688954_nNão me ficou…absolutamente…nada…guardado na memória sobre este livro. Nada, niente, nicles picles.

Também  trouxe da biblioteca. O que cheguei à conclusão que não vale a pena trazer mais livros de lá porque acerto sempre nos chatos e com tantos bons que tenho cá por casa.

E finalmente chegamos ao primeiro lugar. O pior dos piores…aquele que mais me arrependo de o ter aberto e lido. Que foi o livro que me fez querer bater com a cabeça na parede. Que me torrou os neurónios todos… a maior merda que li este ano.

E o primeiro lugar dos livros… giphy6

…vai para…

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Frutos Proibidos – Sylvia Day

1546072_659453184098109_1763901600_nOh.my.goodness.

Eu sei que houve muita gente a gostar. E eu gostava de dizer algo bom sobre este livro.                        giphy5

A escritora aventurou-se no género fantástico e na minha modesta opinião aventurou-se muito mal. Devia ter ficado quietinha porque isto não teve jeito nenhum. Vejamos a base da estória é um gajo todo bom que entra nos sonhos de uma gaja e esses sonhos são nada mais nada menos que sonhos eróticos. Really? A razão da vida dele é entrar nos sonhos das gajas e coisar com elas!!!! E depois aparece-lhe à porta em carne e osso e “coisam” ainda mais enquanto parece que o mundo está em perigo??? O mundo está em perigoso por eles andarem nisto o tempo todo? Isto para mim não teve jeito nenhum. Uma estória que não foi credível, não fez sentido e eu não tenho nada contra os eróticos, já li alguns muito bons, e sou fã do género fantástico. Mas a tia Sylvia tentou misturar as duas coisas e não correu da melhor maneira. O resultado foi..

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E pronto…este foi o meu top 5 dos piores livros lidos em 2014. Aqueles que só relia se me dessem o prémio do euromilhões.

Top 5 leituras de 2014 (Os melhores)

Ora bem, com a chegada do fim do ano decidi fazer um balanço com os melhores e piores livros que li durante 2014.
A tarefa não foi fácil. Li cerca de 78 livros e é complicado no meio de tantos escolher os premiados mas aqui vai. Vou começar pelo Top 5 dos bons.

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The falling of love – Marisa Oldham

22313947Quando comecei a ler este livro (formato e-book) estava cheia de medo de não gostar dele. E estava com medo porquê? Porque foi a própria Marisa, que é super simpática que me deu o livro para ler. E eu peguei no Tablet abri o livro e só tinha na cabeça ” e se eu não gosto, o que lhe digo? além disso eu não estou habituada a ler em Inglês e se eu não percebo metade das coisas?”. Felizmente não tive nenhum destes problemas.

O livro fala sobre o amor, como este pode ser avassalador. Conta a estória de Grace e Ian, dois jovens adolescentes (no inicio do livro) que se apaixonam e que vivem um amor muito bonito, muito terno. Ela é doce e inocente, ele o bad boy que quer ser estrela de rock. Obviamente que as coisas não correm bem, há problemas com drogas, amores e desamores e no geral foi um livro que me provocou bastantes sentimentos contraditórios. Fiquei feliz, zangada, indecisa e aqui foi um ponto decisivo para a escolha do quinto lugar. Gosto de livros que me provoquem muitas reações diferentes. Portanto no final fiquei eu feliz e creio que a Marisa também. Tenho a opinião algures aqui pelo blog

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Nunca seduzas um escocês – Maya Banks

10366317_714850368558390_7000293500976377042_nA pequena pérola das Highlands. O melhor livro da Maya Banks que já li. Uma estória muito bonita e encantadora. Fui incapaz de não ficar rendida à Eveline e ao Graeme e ao seu amor surpreendente e que, uma vez que pertenciam a clãs diferentes, não era suposto acontecer.
Aqui, o problema de Eveline e a aceitação do mesmo foi enternecedor. Um livro bem escrito, estória bonita e coerente, valeu-lhe o 4ª lugar. E além disso…também não se consegue resistir a Highlanders.

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Shadowfell – Juliet Marillier

th_72414cb6a57e756d13984d10339137c1_1352734868shadowfellAdorei a estória de Neryn e a sua demanda para chegar até Shadowfell. Um mundo mágico, cheio de criaturas extraordinária e personagens cativantes. Adorei o Flint e o seu amor proibido por Neryn conquistou-me por completo. Foi uma das razões que me levou a ler esta trilogia num ápice. Estava sempre a querer saber quando eles se reencontravam, se eles iriam finalmente ficar juntos. Interessei-me mais pelo amor deles que propriamente a luta dos rebeldes contra o rei tirano.

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O café do amor – Deborah Smith

o café do amorTão bom que quase o podia colocar em primeiro lugar. Maravilhoso mesmo. Uma estória de duas vidas marcadas pela tragédia mas que não se torna nem demasiado dramático nem lamechas. Os personagens apesar das feridas internas têm sentido de humor, laços de amizade forte e mostram que quer este sentimento quer o amor pode fazer milagres, pode fazer ultrapassar o mais trágico problema.

Impossível resistir a  Cathryn, ao Thomas e a todos os outros personagens. Tem o seu drama, é verdade. Tinha de ter. Mas tem tudo na dose certa e foi aquele livro que quando o terminei pensei para mim mesma: “bolas, porque só o li agora?”

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E em primeiro lugar

A Senhora de Shalador – Anne Bishop

shalador__s_lady_by_wishmistress-d33unyxTotalmente arrebatada pelo mundo, pela escrita e pelos personagens criados por esta autora. Principalmente após ter lido o Sebastian há algum tempo e não ter gostado por aquilo ser muito esquisito. Portanto este livro, juntamente com o Aliança das Trevas, foi uma surpresa muito boa.

Foi o único livro que já li em que me apaixonei por quase todos os personagens masculinos. Lol. Ora vejamos…temos o Deamon, o Gray, o Lucivar, o Ranon também…quase todos menos o Theran e é só porque é parvo. E ainda me apaixonei por dois Sceltitas que traduzindo são dois cães irrequietos.

Um livro que terminei e fiquei com “fome” por mais.

E estes foram os felizes contemplados.

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Todos os livros têm a opinião aqui no blog exceto o da Maya Banks.

Amanhã voltarei com o Top 5 dos piores. Stay tuned.

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