Frase do mês – Julho 2016

A frase do mês de Julho pertence ao livro “Amor em quarto crescente” da Sherrilyn Kenyon, uma autora que gosto muito de ler mas que infelizmente só é lançado um livro por ano.

E no seu regresso, SK conta-nos a história de Fang do clã de lobos Katagaria e de Aimee do clã de ursos Peltier.

Para quem costuma acompanhar a serie sabe que existem os predadores da noite, os predadores do homem e dos sonhos. Honestamente as  histórias dos predadores do homem não são as que mais gosto, mas isto está tão interligado e com tanta personagem que eu já nado muitas vezes à nora. Mas isso não me impediu de apreciar este livro em que, curiosamente e obrigada Sherri, os protagonistas não passam 80% do seu tempo na cama. Aliás a parte do romance proibido foi boa e o casal é engraçado e terno. Não foi um livro extraordinário mas bom de ler e bom para matar saudades de muitos dos personagens que são a chave essencial desta saga.
E é de uma dessas personagens a que pertence a frase que vos trago hoje. Por norma estamos habituados à versão mais engraçada dela e à sua vontade de comer qualquer coisa com molho barbecue. Sim, falo da Simi que todos os fãs de SK  adoram. Eu gostei muito desta frase. Acho-a muito certa e sem dúvida que os laços familiares vão muito para lá do sangue. Há aquelas pessoas que nos tocam no coração e que também os consideramos família. E certo modo tão ou mais especiais, porque somos nós que os escolhemos.

 

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Frase do mês – Maio 2016

Por esta altura já toda a gente – incluindo eu – pensou “ela deveria mudar o nome da categoria para Excerto do mês.

Para Maio escolhi esta frase do livro Astrarium de T.S. Learner, um thriller que nos transporta para Alexandria através de uma descoberta fascinante e de uma aventura perigosa. Que nos faz entrar no mundo dos deuses egípcios e em todo o seu misticismo. Mistérios e cultos onde o acreditável e o inacreditável se cruzam, este livro foi uma agradável surpresa.

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Frase do mês – Abril 2016

Hoje trago uma frase do livro Sangue do Coração de Julliet Marillier. Foi a primeira leitura do mês e de longe a melhor. Nem poderia ser de outro modo, Julliet Marillier é uma das minhas autoras preferidas. Conta histórias que me conseguem prender desde a primeira página, que me consegue fazer transportar para outro lugar enquanto leio. E esta história, como não poderia ser teve seres mágicos e misteriosos, um ambiente medieval cativante e um romance terno e bonito.
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Frase do mês – Março 2016

Em Fevereiro não consigui trazer -vos uma frase do mês. Aconteceu porque as leituras de Fevereiro foram um bocado fracas, nenhum livro marcante, nenhuma frase digna de recordar.
E este mês tive um imprevisto que foi apagar a foto com o número da página onde encontrei a frase ideal. Sim, porque eu estou a ler e quando encontro uma frase que gosto, pego no telemóvel e tiro uma foto à frase ou à página. Acontece que andei na limpeza da galeria e foi-se. E então eis que tinha uma frase “plano B”. Pertence ao livro “O menino de Cabul”, uma leitura que me surpreendeu pois pensava que não era muito o meu género.

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Espero que gostem 🙂

Frase do mês – Janeiro 2016

Este ano gostava mesmo de conseguir de trazer uma frase por mês. Vamos ver se consigo.

Hoje trago a frase de Janeiro que pertence ao 13º livro da Irmandade da adaga negra, Os sombras.

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Frase do mês – Outubro

Frase que pertence à minha actual leitura “anjo sem asas” da Gena Showalter.

Para ser sincera este livro não me está a cativar, mas gostei desta frase. Talvez porque a rapariga que a diz trabalha num escritório de contabilidade (como eu) e é algo que não a satisfaz de todo. Identifiquei-me um pouco com ela, embora ela também diga que não é emprego que lhe altere a pressão sanguínea… Ó filha eu quero ir para o teu escritório…

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Frase do mês [ Agosto]

Estou de volta (finalmente) com mais uma frase do mês.

Confesso que me ri durante minutos com esta. soteria1

Frase do mês [Abril]

Frase do livro Eleanor & Park. Um livro muito fofinho cuja opinião está escrita no blog.

Ok… não é uma frase, é o parágrafo inteiro. Mas não poderia ser de outra maneira.

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Eleanor e Park [Opinião]

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Eleanor e Park seria um livro que me teria passado completamente ao lado se não fosse uma promoção feita pela editora a propósito do dia dos namorados. E se eu não tivesse aproveitado a promoção, para além de não ter uma capinha personalizada com o meu nome e do meu namorado, estaria a perder um livro muito bom. É giro demais. Daquelas pérolas inesperadas que estão sempre a fazer-nos sorrir, que nos impedem de fechar um livro e que pensamos ‘’ para isto ser mais doce só faltava ter aqui uma taça de gelado’’.

Park é um miúdo meio coreano, anda na escola secundária, com amigos mas ainda assim tem um aspeto meio esquisito. Eleanor é a aluna nova, de cabelo Ruivo rebelde, usa roupas de homem, com excesso de peso, a vítima perfeita para os miúdos populares da escola. E ainda assim, estes dois inadaptados sentam-se todos os dias lado a lado no autocarro, até que algo mágico acontece e ambos acabam por se apaixonar. Delicioso, subtil, divertido. Adorei estes dois. Que par tão incrível. Apesar das diferenças, apesar da aparências e até das dúvidas ambos estão ali um para o outro, Park a fazê-la sorrir quando Eleanor está mais em baixo, ela a acha-lo tão giro a ponto de querer comer-lhe a cara de tão fofo que ele é.  São mesmo engraçados.

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De referir que a acção do livro decorre em 1986 e é interessante esta viagem ao passado, às referências daquele tempo, de como eram as coisas naquela altura, foi mesmo muito bom. No meio de tanto livro onde as histórias decorrem em tempos atuais ou livros históricos este foi uma lufada de ar fresco e tendo eu nascido nos anos oitenta e crescendo a ouvir relatos foi muito fácil gostar do livro de perceber como as coisas decorriam na altura, as dificuldades.

E obviamente que me identifiquei com os walkman, com os problemas de não ter pilhas, das cassetes virgens da Maxwell, e passar horas a gravar e regrava-las. Ainda apanhei esse tempo, sou old school. 🙂

Mas nem tudo é bonito e perfeito no livro. Há também a vertente emotiva que também é bastante tocante. Eleanor para além do bullying escolar vive ainda com dificuldades. Numa casa com um ambiente violento e opressivo, Eleanor foi posta fora de casa pelo padrasto, quando volta tem de partilhar o quarto com os quatro irmãos, tem de tomar banho apressadamente quando o padrasto não está em casa e inclusive ela não tem uma escova de dentes. É perturbador e comovente a vida de Eleanor, mas depois há Park, disposto a fazer tudo por ela.

O único senão deste livro…o final. Acabei de ler e pensei: ‘’então isto acaba assim? Mas que m**** (eu fico muito revoltada quando o final não é o que espero. Fico muito zangada e muitas asneiras à mistura). Eu simplesmente quero mais, quero saber se as duas palavras que Eleanor escreveu no postal foram as que pensei. Eu quero mais Eleanor e  Park.

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Quer a primeira imagem que usei para os teasers quer as seguintes, foram encontradas na net, feitas por fãs pelo que percebi. Achei tão giras que tive as as colocar.

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Frase do mês [Março]

Este mês foi super complicado escolher uma frase, em parte porque não houveram muitas que me tivessem tocado, e outra parte porque as leituras de Março foram muito fracas. Mas isso…é história para o próximo post.  😉

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